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15 de julho de 2014

Pirâmides emitem pilar de luz

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 O que se passa com as antigas pirâmides? As pirâmides são uma das construções mais enigmáticas no nosso planeta e algumas parecem estar emitindo um pilar de luz para o espaço.
Ninguém discute que o sentido de culto a esses edifícios vai muito além de serem túmulos comuns. E eis uma nova notícia polêmica: os cientistas registraram radiações de luz intensa que emanam a partir exatamente do topo das pirâmides na direção do Espaço. Além disso, esse fenômeno ocorre em toda a parte no planeta. Ao que estaria ligado essa inesperada “ativação” e fenômeno? 
Edição e imagens:  Thoth3126@gmail.com
O que se passa com as antigas pirâmides?
Voz da Rússia – Aliona Rakitina - 26 Janeiro, 2.014, às 12:56
A resposta a essa pergunta não é simples, pois nós, até agora, pouco sabemos sobre a verdadeira natureza das pirâmides. Muitos cientistas convergem na ideia de que essas construções são os mais antigos receptores e transmissores de informação existentes no planeta. E, nos últimos tempos, essas hipóteses parecem confirmar-se.
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Pirâmide do Sol, na Península do Yucatan, no México, atribuída a cultura Maya, emitiu um pilar de luz em 2010.
Mas o que poderá existir de comum entre a pirâmide de Kukulcán, situada na península de Iucatã, no México, as pirâmides do Vale de Xianyang na China, as pirâmides da cultura Norte Chico nos Andes e as pirâmides na Bósnia? Trata-se de templos edificados mais ou menos ao mesmo tempo que as pirâmides egípcias de Gize, que, recentemente, começaram a revelar uma atividade nunca antes registrada e vista.
Pirâmides emitindo pilar de raios de luz:

Muitas pessoas tornaram-se testemunhas de como essas pirâmides lançam uma potente coluna de luz para o céu. Há também fotos e vídeos que confirmam esse fenômeno anormal (deve assinalar-se que os materiais fornecidos aos cientistas não foram montados e que não há dúvidas de que não se trata de uma falsificação).
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Em duas fotos, à da direita registra um Pilar de Luz sendo enviado aos céus e capturado pela lente da câmara de um Ipod, após um forte relâmpago no local. Foto Hector Siliezar
O astrofísico Anton Ermolenko está convencido de que os acontecimentos ocorridos devem ser sujeitos a um estudo atento:
“A comunidade científica mundial deve indubitavelmente prestar mais atenção ao que se passa com as pirâmides. O fato de elas começarem a acordar do seu sono milenar é, por si só, um fenômeno único. Considero que não devemos ignorar factos evidentes, mas tentar definir por que é que ocorrem anualmente. Pois não se trata de um caso único, mas de um fenômeno de massas que se observa da Ásia até à América do Sul.”
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O principal aspecto que interessa tanto aos cientistas, assim como as pessoas comuns que buscam informações, consiste em saber qual a causa dessas radiações de luz e para onde elas são dirigidas. Pois é evidente que é difícil considerar uma coincidência banal tudo o que esta acontecendo e, por isso, é preciso tempo e dinheiro para investigar este fenômeno. Quem sabe se não estamos a poucos passos da descoberta dos grandes mistérios das pirâmides?

12 de julho de 2014

Uma mensagem dos seres Pleiadianos - Embaixadores do Tempo

Uma mensagem das Plêiades. Embaixadores através dos Tempos.
Para sobreviver nos tempos que se aproximam, torna-se imperativo adotar a ideia da manifestação do pensamento, ou superconsciência. Superconsciência, hoje, não passa de uma palavra para vocês.
Não constitui, ainda, um conceito intrín­seco, porque é impossível conceberem um estado de tanta sintonia e a assimilação de uma quantidade tão grande de in­formação. Contudo, conforme forem evoluindo, caminharão em direção à superconsciência. Existem pessoas que percebem a mudança que este movimento de consciência provocaria no planeta e tentam impedi-lo…
Edição e imagens Thoth3126@gmail.com
CAPÍTULO XI – O NOME DO JOGO – Livro Mensageiros do Amanhecer, Barbara Marciniak 
http://www.pleiadians.com/

Mas, ele já ocorreuNós voltamos ao vosso passado para assegurar-lhes este fato. O pensamento vem primeiroA experiência é sempre decorrência. Nunca ocorre o contrário, vocês vivem uma expe­riência e depois pensam sobre ela. A experiência é sempre um reflexo direto daquilo que estão pensando. A clareza e o reconhecimento do vosso poder constituem os alicerces. Os vossos pensamentos formam o vosso mundo o tempo todoComo são bombardeados com tantas vi­brações controladoras de frequência, que procuram impedi-los de ter a mente clara, vocês flutuam. Precisam como espécie, ter a intenção de permanecer sempre com a mente muito clara, sempre centrada e sempre presentes.
Parem de viver no fu­turo, ou no passado, e vivam o agora. Digam para si mesmos: “O que é que eu quero? Quero acelerar minha evolução pessoal. Quero que o Espírito me ajude a aumentar minha capaci­dade. Quero que meu corpo se regenere. Quero emanar saúde. Quero abandonar as dificuldades para ser um exemplo vivo daquilo que a humanidade pode atingir”.  Esta é a linha de pen­samento – o comando para o vosso ser, determinando com cla­reza tudo aquilo que vocês querem – e que vos trará tudo num ritmo acelerado

Foto acima: Aglomerado estelar aberto M-45: O nosso sistema solar, da Terra, orbita o Sol Central das Pleiâdes, Alcyone (estrela maior e mais brilhante na foto) dando uma volta completa (um ANO SOLAR) a cada 25.920 anos, sendo que a data de 21 de dezembro de 2012, foi o final de um Baktun, o 13º do Calendário MAIA, e marca o final de um desses anos solares. Em astronomia também é conhecida como o Aglomerado estelar aberto M-45, as Sete Irmãs, a Constelação das Pleiâdes, com os sóis/estrelas principais de Alcyone, Maia, Electra, Taygeta, Atlas, Pleyone, Celaeno, Asterope e Merope.
Observem os vossos padrões. Se negam a criação de uma parte das vossas experiências e não querem tê-la como vossa criação, simplesmente olhem para ela. Digam: “Não é interes­sante? Eu faço isso o tempo todo. Não quero possuir o que estou criando. E como EU não gosto, ponho a culpa nos outros. Vamos ver quanto tempo vou ficar agindo assim, e vamos en­contrar uma solução que me permita desenvolver um padrão de comportamento diferente.” Não se julguem. Comecem a dizer para si mesmos: “Eu assumo a responsabilidade por tudo em que estou envolvido.  Eu assumo a responsabilidade por tudo o que acontece comigo. 
Se não gosto do que acontece comigo, vou começar a me per­guntar porque crio coisas de que não gosto. “Talvez seja para chamar minha atenção para algo que não consigo ver e assim poder mudar o que realmente não funciona para mim.” Devem agir sempre como se houvesse um propósito im­pecável em tudo o que fazem, como se para atingir o valor mais alto, a melhor oportunidade, fosse necessário trabalhar cada evento em que estejam envolvidos. Devem agir sempre assim. Se estiverem andando na rua e alguém os abordar: “Es­tou com um revólver nas suas costas. Passe a carteira!” devem agir como se estivessem recebendo uma oportunidade única para o vosso crescimento. 
Se todos pudessem adotar essa ati­tude e agir como se cada evento estivesse designado a impul­sioná-Ios em seu crescimento e conscientização, poderiam virar-se e descobrir que a pessoa apontando o revólver às suas costas é uma réplica, uma porção de vocês mesmos. Devem ser capazes de curar algo; podem estar recebendo a oportuni­dade de tomar uma atitude que os amedronta.  Não tenham medo daquilo que criam. Confiem no que vocês criam. Acreditem que, em vossa criação, existe sempre  algum crescimento. Não varram vossos dramas para baixo do tapete como se fossem coisas horríveis que nunca mais quei­ram ver, acabem com esses dramas: parem de andar em círculos, de perder-se neles.  
Precisam, contudo, compreender que o drama que vivenciaram com vossa mãe, irmão, irmã, namora­do, poderá ser usado, vinte anos depois, para ajudá-los a atin­gir uma nova realização. Deixem, portanto, que esses dramas sejam como uma lição de casa. Terminem, resolvam-nos da melhor maneira possível, façam as pazes e  conheçam o vosso papel neles, e deixem que eles circulem de volta à vossa cons­icência para lhes ensinar algo. Deixem que sejam os vossos tesouros vivos de experiência, em vez de espinhos dos quais querem se desvencilhar. A emoção está ligada a estas coisas e, não se esqueçam de que ela pode levá-los a outros níveis de atividades. 
Vocês acham que conseguem criar a vossa realidade ape­nas em certas áreas, mas em outras não têm este poder?  Acre­ditam não possuir controle sobre algumas áreas de vossas vidas? Abdicam daquilo que é naturalmente vosso, porque a sociedade diz que não podem tê-lo? Pois vão descobrir que os acontecimentos não surgem do nada. Algumas pessoas acre­ditam criar a própria realidade, mas acham que as outras não conseguem criar as suas – especialmente bebezinhos que so­frem todo tipo de acidentes, ou crianças que são violentadas. É um conceito difícil para muitos compreenderem que crian­ças aparentemente indefesas, ou mendigos famintos, também criam suas próprias realidades. 
Quando adotam a mentalida­de de vítimas, enviam às pessoas a idéia de que elas são fracas, impotentes, criando também para vocês a mesma proba­bilidade. Devem aprender a respeitar os dramas e as lições das outras pessoas. Precisam perceber que os jornais jamais reve­larão o potencial de mudança existente em todas as pessoas envolvidas em determinado cenário, pois esta não é a forma com que as reportagens da imprensa cobrem os acontecimen­tos. 
Vocês não compreendem a sincronicidade subjacente aos eventos: a mídia expõe apenas os assim chamados fatos exter­nos, ignorando a riqueza do significado emocional que acom­panha os dramas e as lições dos seres humanos. Pessoas envolvidas em dramas onde existem aparentes vítimas geralmente se encontram tão distantes de seus senti­mentos que são incapazes de conectar o que estão sentindo com o que estão pensando.     
Vítimas encontram vítimas. Ven­cedores encontram vencedores. Portanto, quando virem nos jornais dramas mundiais onde as pessoas parecem ser vítimas indefesas, por favor, respeitem-nas e respeitem a si mesmos, rejubilando-se porque elas criaram suas próprias realidades. Talvez não seja a realidade da qual vocês queiram extrair al­gum ensinamento – nem o evento que sentissem necessidade de participar. É necessário que compreendam que outras pes­soas podem estar precisando passar por esferas muito densas para atingir a luz. Muitas vezes, as maiores iluminações sur­gem das maiores catástrofes, das maiores dificuldades.(e jamais esqueça, não existem coitadinhos…) 
Quando vão a um restaurante e pedem o que desejam comer, o chef prepara o prato e o garçon o traz para vocês. Vocês pedem o prato, não o fazem. O cozinheiro, ou a energia espiritual, faz a comida; contudo, são vocês que escolhem o que desejam receber. O prato não será colocado à vossa frente se não forem ao restaurante pedi-lo.
Vocês são responsáveis pelo pedido e pagam por ele. O mesmo acontece na vida; a vida é como um restau­rante. Aprendam a pedir o que querem da vida, exatamente como fazem num restaurante, e acreditem que, uma vez que o pedido foi feito, vocês irão recebê-lo. 
Quando vão a um res­taurante, não ficam examinando cada prato e julgando se me­recem ou não comê-lo. Bem, algumas vezes, sim. Às vezes dizem: “É, eu não mereço este prato. Custa quinze dólares. Eu só posso gastar até sete dólares.” A maneira como se comportam num restaurante é uma indicação maravilhosa de como se devem comportar na vida. É um ensinamento incrível, que precisam aprender.
No res­taurante, vocês simplesmente escolhem, dizendo: ” Eu quero isto” e confiam que é isso mesmo que vão receber, ou será que ficam com medo de não serem atendidos? Ao efetuarem o vos­so pedido, vocês por acaso seguem o garçon até à cozinha per­guntando se a alface está fresquinha, se eles vão fazer as cebolas sautées como vocês gostam ou se têm aqueles cham­pignons que você queria? Não. 
Vocês acreditam que lhes será apresentado exatamente o que foi pedido, e não interferem, deixam acontecer. Quando o pedido é apresentado, dizem: “Muito obrigado”. Se algo não está do vosso agrado, pedem o que estiver faltando e pronto.Observem com que despreocupação divina vocês pedem o que desejam num restaurante. É assim que devem pedir o que desejam na vida. Decidam com clareza o que querem, pe­çam e pronto. Não fiquem chamando o Espírito para ver se ele anotou o pedido direitinho, ou para dar conselhos de como realizá-lo. 
Vocês efetuaram o pedido. Devem acreditar que ele chegará. Vocês são o resultado dos vossos pensamentos. Se não aprenderem nada mais neste planeta, devem pelo menos aprender que esta é a regra não só para esta como para muitas outras realidades. Os pensamentos criam a experiência. Por que não se dar um presente e começar a pensar sobre si mesmo como possuidor de uma capacidade excepcional, magni­ficente, enaltecedora; libertem-se da necessidade de ter toda a sociedade concordando com vocês. 
Autorizem a si mesmos. Para muitos de vocês, isto é muito difícil. Como autorizar a si mes­mo quando não se tem esse hábito? As vossas palavras têm a capacidade tanto de ‘dar po­der’ quanto de ‘tirar poder’. Nós queremos que vocês tenham a coragem de viver a vossa luz e não nos cansamos de enfa­tizar que os vossos pensamentos formulam o vosso mundo. Eliminem as palavras deveria  tentando  do vosso vocabulário se pagassem uma multa cada vez que proferissem estas pala­vras, teriam contraído uma grande dívida. Vocês possuem uma enorme divida de falta de poder e impotência. 

Lakshmi, a personificação da deusa da abundância, consorte de Vishnu, o mantenedor do universo material.
Deveria implicar operar sob a soberania de outrem. Gostaríamos de lembrar-­lhes que os vossos soberanos são vocês mesmos. Se alguém está tentando editar um artigo ou tentando mudar seus padrões, pode ficar tentando o resto da vida. Tentar  não é fazer. Sempre que vocês usam a palavra tentando, não realizam nada, porque tentar é uma desculpa: “Eu tentei fazer aquilo. Eu tentei. Eu tentei. 
“Em vossas vidas, usem as expres­sões: “Estou criando”, “Estou fazendo”, “Estou manifestan­do”, “Tenho a intenção”, “Estou realizando”. Esqueçam “Estou ­tentando”. Ao se tornarem realizadoresvocês são capazes de mani­festar o que querem da vida e passam a ser um espelho para muitas pessoas. Se se colocarem atrás dos outros e tiverem medo de pos­suir o que eles têm por achar que não há o suficiente para to­dos, é porque ainda não compreenderam que, à medida que permitirem aos princípios divinos trabalhar em vossos corpos e ancorar no planeta, vocês se tornam um exemplo vivo de luz. 
Vocês permitem que o propósito da luz se movimente atra­vés dos vossos corpos, tornando-se exemplos vivos daquilo que as outras pessoas também podem realizar. Esta é a alta vibração que queremos ensinar a todos vocês. Queremos que compreendam que não há limite. Não há limite no planeta inteiro. Cada pessoa do plane­ta pode operar em cooperação, numa unidade de ser. Tudo aquilo que receberem, seja espiritual ou material, não consti­tui um privilégio vosso: Precisam compreender que são capa­zes de deixar os princípios divinos operarem em vosso corpo físico e que podem mostrar às outras pessoas como isso ocorre. Vão poder dizer: “Olhe, isso funciona”. 
Eu faço. “Então Você também pode fazer.” Não devem ter medo de se manifestar. Vocês sentem medo porque cresceram obedecendo a uma ética que afirma: “As coisas só têm valor quando lutamos por elas. Se você não dá duro, não consegue nada.” É imperativo que todos obser­vem bem esta idéia de trabalho duro e descubram a sua ori­gem. Observem os vossos pais e o sistema de crenças que eles tiveram. Nós estamos falando do nascimento de uma NOVA consciên­cia que representa a NOVA espécie humana que aprende como fazer as coisas sem esforço. 
Se é preciso muito esforço para que façam algo, esqueçam. Se parece que vai dar muito trabalho é porque  alguma coisa está querendo lhes dizer que esse não é o caminho. So­mente quando a coisa  chega sem esforço e se adapta facilmen­te sem que ninguém faça muito por ela, está certa. Se todos começarem a viver assim, mudarão completamente a maneira pela qual a vossa consciência aborda a vida. Não se trata de falta de responsabilidade ou de cooperação – é uma nova ma­neira de carregar tijolos de um lugar para outro. Uma vez perguntamos a um grupo de pessoas perto de uma grande pilha de tijolos: “Como vocês fazem para mudar os tijolos de lugar?” Todos responderam: “Bem, nós pegamos um por um.” 
E nós retrucamos: “Vocês nunca pensaram em contratar alguém para fazer isso?” Se a vossa tarefa consiste em mudar os tijolos de lugar, a vossa primeira resposta ao que fazer pode ser: “Vou mudá-los. Vou carregá-los.” Contudo, podem chamar alguém e dizer: “Mude estes tijolos para mim.” Se fizerem isso, ainda estarão cumprindo a vossa tarefa. Estão fazendo o que precisa ser feito. O trabalho foi feito. Percebem a diferença? O dinheiro parece ser um problema para todo o mundo. Todos têm idéias definitivas sobre a forma pela qual o dinheiro chega a vocês. 
Quanto mais acreditarem que precisam traba­lhar duro para ganhar dinheiro, mais duro terão que trabalhar. Muitos acham que é normal trabalhar muito para ganhar di­nheiro, e que se não trabalharem, esse dinheiro é “sujo”. Permitam-nos pedir-lhes que se lembrem das palavras sem esforço e as incorporem a seu vocabulário.  Digam para si mesmos: ”É minha intenção que isto se realize sem esforço.” Realizar sem esforço é comandar a realidade para que ela se ofereça de uma forma que permita a expansão de muita energia para outras experiências.
          Não se esqueçam, a vossa realidade é o resultado dos vossos pensamentos. Se acham que as coisas são difíceis, o que estão criando? Muitos de vocês passaram vidas inteiras hon­rando e respeitando membros da família ou pessoas da socie­dade que consideravam cidadãos dignos, que representavam determinada ética e sistema de valores no trabalho. Vocês nun­ca pensaram em questionar essa ética para ver se haveria al­guma outra. Por isso acreditam que, para ganhar dinheiro, precisam dispender grande quantidade de energia, ou ser em­pregados por alguém que pague os vossos serviços, ou coisas no gênero. 
Estas idéias são total e completamente erradas. Quando vocês permitem, o Espírito os compensa de formas totalmente inesperadas. A única razão de isto não ter ocorrido antes é porque vocês simplesmente não acreditavam que fosse possível. Quando acreditam que as coisas são possíveis, a rea­lidade muda. Esse estado mental é o nome do jogo aqui. O que vocês sentem em relação à realidade e como programam a realidade, será como irão responder a ela, ou como ela irá se apresentar a vocês. É por isso que dizemos: “Vão com tudo! Sejam impulsi­vos! 
Nada de moderação! Façam o que vos dá prazer! Façam o impossível!” Vocês podem fazer isso. Podem fazer tudo o que tiverem vontade. Vocês vão transformar o vosso mundo, não importa em que estado ele se encontre. Não esqueçam,que quando aprendem as regras do jogo - que vocês são o resultado do seu próprio pensamento e que isto é uma lei dentro do vosso universo - tudo o que precisam fazer é pensar como querem ser, e assim serão. Uma vez descoberto esse princípio, podem projetar o vosso corpo, a vossa idade e consertar tudo em relação a vocês mesmos, pois estarão auto­motivados, auto-fortalecidos e serão auto-geradores. 

3 de julho de 2014

Mensagem do Dia

O Universo é infinito, ele cresce sem parar e em todas as direções. Nossas consciências funcionam assim, estamos crescendo, nunca vamos parar de evoluir.

Brasil: As cidades perdidas da Amazônia

Posted by on July 3, 2014

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As cidades perdidas da Amazônia. A floresta tropical amazônica não é tão selvagem quanto parece
Quando o Brasil criou o Parque Indígena do Xingu em 1961, a reserva estava longe da civilização moderna, aninhada bem no limite ao sul da enorme floresta amazônica. Em 1992, na primeira vez em que fui morar com os índios cuicuro, uma das principais tribos indígenas da reserva, as fronteiras do parque ainda ficavam dentro da mata densa, pouco mais que linhas sobre um mapa. Hoje o parque está cercado de retalhos de terras cultivadas, com as fronteiras frequentemente delimitadas por um muro de árvores.
Edição e imgens:  Thoth3126@gmail.com
As cidades perdidas da Amazônia. A floresta tropical amazônica não é tão selvagem quanto parece.
Sciam
Fonte: http://www2.uol.com.br/
Por Michael J. Heckenberger
Para muitos forasteiros, essa barreira de torres verdes é um portal como os enormes portões do Parque Jurássico, separando o presente: o dinâmico mundo moderno de áreas cultivadas com soja, sistemas de irrigação e enormes caminhões de carga; do passado: um mundo atemporal da Natureza e de sociedade primordiais. Muito antes de se tornar o palco central na crise mundial do meio ambiente como a gigantesca joia verde da ecologia global, a Amazônia mantinha um lugar especial no imaginário ocidental.
A mera menção de seu nome evoca imagens de selva repleta de vegetação respingando água, de vida silvestre misteriosa, colorida e com frequência perigosa, de um entremeado de rios com infinitos meandros e de tribos da Idade da Pedra. Para os ocidentais, os povos da Amazônia são sociedades extremamente simples, pequenas tribos que mal sobrevivem com o que a Natureza lhes oferece. Têm conhecimento complexo sobre o mundo natural, mas lhes faltam os atributos da civilização: o governo centralizado, os agrupamentos urbanos e a produção econômica além da subsistência.
Kuikuros-do-Xingú
Os índios cuicuros, também chamados kuikuros, cuicurus e guicurus, são um grupo indígena que habita as aldeias Ipatse, Akuhugi e Lahatuá, no sul do Parque Indígena do Xingu, no estado do Mato Grosso, no Brasil.
Em 1690, John Locke proclamou as famosas palavras: “No início todo o mundo era a América”. Mais de três séculos depois, a Amazônia ainda arrebata o imaginário popular como a Natureza em sua forma mais pura, e como lar de povos aborígines que, nas palavras de Sean Woods, editor da revista Rolling Stone, em outubro de 2007, preservam “um estilo de vida inalterado desde o primórdio dos tempos”. A aparência pode ser enganosa. Escondidos sob as copas das árvores da floresta estão os resquícios de uma complexa sociedade pré-colombiana.
Trabalhando com os índios cuicuro, escavei uma rede de cidades, aldeias e estradas ancestrais que já sustentou uma população indígena talvez 20 vezes maior em tamanho que a atual. Áreas enormes de floresta cobriam os povoados antigos, seus jardins, campos cultivados e pomares que caíram em desuso quando as epidemias trazidas pelos exploradores e colonizadores brancos europeus dizimaram as populações nativas. A rica biodiversidade da região reflete a intervenção humana do passado. Ao desenvolverem uma variedade de técnicas de uso da terra, de enriquecimento do solo e de longos ciclos de rotatividade de culturas, os ancestrais dos cuicuro proliferaram na Amazônia, apesar de seu solo natural infértil.
Suas conquistas poderiam atestar esforços para reconciliar as metas ambientais e de desenvolvimento dessa região e de outras partes da Amazônia.
O Povo da Natureza
A pessoa mais conhecida a buscar civilizações perdidas no sul da Amazônia foi Percy Harrison Fawcett. O aventureiro britânico esquadrinhou o que denominou “selvas não mapeadas”, buscando uma cidade antiga – a Atlântida – na Amazônia, repleta de pirâmides de pedra, ruas de seixos e escrita alfabética. Suas narrativas inspiraram Conan Doyle em “O mundo perdido” e talvez os filmes de Indiana Jones. O recente e empolgante livro de David Grann, The lost city of Z (Z, a cidade perdida), refez o trajeto de Fawcett antes de seu desaparecimento no Xingu, em 1925. Na verdade, cinco expedições alemãs já visitaram os xinguanos e suas terras.
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Em 1894, o livro de Karl von den Steinen, “Unter den Naturvölkern Zentral Brasiliens” (Entre os aborígines do Brasil Central), que descreveu suas expedições anteriores, tornou-se um clássico instantâneo da antropologia, ainda em desenvolvimento na época. O livro marcou o tom para os estudos do século 20 sobre os povos amazônicos como pequenos grupos isolados vivendo em delicado equilíbrio com a floresta tropical: “O povo da Natureza”. Mais tarde, frequentemente os antropólogos viram o ambiente florestal, em geral, como não propício à agricultura; a pouca fertilidade do solo parecia excluir os grandes assentamentos ou as densas populações regionais.
Por esse motivo, a Amazônia do passado parece ter sido muito semelhante à Amazônia dos tempos atuais.Porém, essa visão começou a cair por terra na década de 70, conforme os acadêmicos revisaram os relatos dos primeiros europeus sobre a região, que falavam não de tribos pequenas, mas de densas populações. Conforme o best seller de Charles Mann 1491 descreve com eloquência, que as Américas eram densamente habitadas na véspera do desembarque dos europeus, e a Amazônia não era exceção. Gaspar de Carvajal, o missionário que escreveu as crônicas da primeira expedição espanhola rio abaixo, observou cidades fortificadas, estradas largas com boa manutenção e muitas pessoas. Carvajal escreveu em seu relato de 25 de junho de 1542:
“Passamos entre algumas ilhas que pensávamos ser desabitadas, porém ao chegarmos por lá, tão numerosos eram os povoados que vieram à nossa vista… que nos afligiu… e, quando nos viram, saíram para nos encontrar no rio em mais de duas centenas de pirogas [canoas], carregando 20 a 30 índios em cada uma, e algumas até com 40… estavam enfeitados com cores e vários emblemas, e portavam várias cornetas e tambores… e em terra, uma coisa maravilhosa de ver foram as formações de grupos que ficavam nas aldeias, todos tocando instrumentos e dançando em toda parte, manifestando grande alegria ao nos ver passando pelas suas aldeias”.
A pesquisa arqueológica em várias áreas ao longo do rio Amazonas, como a ilha do Marajó na foz do rio e sítios próximos às modernas cidades de Santarém e Manaus, confirma esses relatos. Essas tribos interagiam em sistemas de comércio que se espalhavam até localidades remotas. Sabe-se menos das localidades mais próximas dos limites ao sul da Amazônia, mas um trabalho recente em Llanos de Mojos nas várzeas da Bolívia e no estado do Acre sugere que eles também apresentaram sociedades complexas. Em 1720, o guarda de fronteira Antonio Pires de Campos descreveu uma paisagem densamente habitada na cabeceira do rio Tapajós, pouco a oeste de Xingu: 
“Esses povos existem em um número tão enorme que não é possível contar seus povoados ou aldeias, [e] muitas vezes em um dia de marcha passa-se por 10 a 12 aldeias, e em cada uma há de 10 a 30 habitações, e dentre essas casas há algumas que medem 30 ou 40 passos de largura… até mesmo suas ruas, que eles fazem bem retas e largas são mantidas tão limpas que não se encontra nenhuma folha caída… Uma Antiga Cidade Murada
Quando me aventurei no Brasil, no início da década de 90, para estudar a profunda história do Xingu, as cidades perdidas nem sequer passavam pela minha mente. Eu lera Steinen, mas mal ouvira falar de Fawcett. Embora muito da vasta bacia amazônica fosse terra arqueológica desconhecida, não era provável que os etnógrafos, muito menos os xinguanos, tivessem ignorado um enorme centro monolítico se erguendo sobre as florestas tropicais.
No entanto, resquícios de algo mais elaborado que as aldeias ainda hoje existentes estavam em toda a parte. Robert Carneiro, do American Museum of Natural History, de Nova York, que morou com os cuicuro na década de 50, sugeriu que o estilo de vida organizado e a economia produtiva agrícola e pesqueira poderiam suprir comunidades muito mais substanciais, mil a 2 mil vezes maiores – várias vezes a população contemporânea de algumas centenas de indivíduos. Ele também registrou evidências de que, na realidade, a área já teve um sítio pré-histórico (designado X11 em nossa pesquisa arqueológica) cercado de imensos fossos. Os irmãos Villas Boas – indianistas brasileiros indicados para o Prêmio Nobel da Paz pela sua participação na criação do Parque do Xingu – já tinham relatado esses trabalhos no solo perto de muitas aldeias.
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Em janeiro de 1993, logo após eu ter chegado à aldeia dos cuicuro, o principal chefe hereditário, Afukaka, me levou a uma das valas no sítio (X6) por eles denominada Nokugu, que recebeu o nome do espírito de onça que se pensa lá habitar. Passamos por moradores locais que construíam um enorme açude de peixes ao longo do rio Angahuku, já cheio devido às chuvas sazonais. O fosso, que corre por mais de 2 km, tinha 2 a 3 metros de profundidade e mais de 10 metros de largura. Embora eu tivesse a expectativa de encontrar uma paisagem arqueológica diferente da atual, a escala dessas comunidades antigas e de suas construções me surpreendeu. Os assistentes de pesquisa cuicuro e eu passamos os meses seguintes mapeando esse e outros trabalhos no solo no sítio de 45 hectares.
Desde essa época, nossa equipe estudou vários outros sítios na área, analisando mais de 30 km em linha reta em transectos através da floresta, mapeando, examinando e escavando os sítios. No final de 1993, Afukaka e eu voltamos para Nokugu, para que eu relatasse o que aprendi. Seguimos os contornos do fosso externo do sítio e paramos ao lado de uma ponte de terra, por onde costumava passar uma estrada enorme que tínhamos desenterrado. Apontei para uma antiga estrada de terra, totalmente reta, com largura de 10 a 20 metros, que levava para outro sítio antigo, Heulugihïtï (X13), a cerca de 5 km de distância. Atravessamos a ponte e entramos em Nokugu.
A estrada, margeada por meios-fios baixos de terra, abriu-se até 40 metros – largura das autoestradas modernas de quatro pistas. Percorridas algumas centenas de metros, passamos por cima do fosso interno e paramos para observar o interior da trincheira escavada recentemente, onde tínhamos encontrado uma base em forma de funil, para uma paliçada de tronco de árvore. Afukaka contou-me uma história a respeito de aldeias construídas sobre paliçadas e ataques-surpresa em um passado remoto. 
Caminhamos por trechos de floresta, arbustos e áreas desmatadas que agora cobrem o sítio, marcas de atividades variadas no passado. Saímos em meio a uma clareira gramada cercada de enormes palmeiras que marcavam uma antiga praça. Girei devagar e apontei a borda perfeitamente circular da praça, marcada por uma elevação de um metro de altura. Expliquei a Afukaka que as altas palmeiras lá se instalaram séculos atrás, a partir de jardins de compostagem em áreas domésticas.
Deixando a praça para explorar as redondezas, nos deparamos com altos sambaquis, depósitos de restos, que muito se assemelhavam aos de trás da casa do próprio Afukaka. Estavam repletos de recipientes quebrados, exatamente iguais, nos mínimos detalhes, aos utilizados pelas esposas da tribo para processar e cozinhar a mandioca. Em uma visita posterior, quando escavávamos uma casa pré-colombiana, o chefe curvou-se dentro da área central da cozinha e retirou um enorme fragmento de cerâmica.
Disse que concordava com minha impressão de que o cotidiano da sociedade antiga era muito semelhante ao atual. “Você está certo!”, Afukaka exclamou. “Veja, um apoio de panela” – um undagi, como os cuicuro o chamam, usado para o cozimento da mandioca. Essas ligações fazem dos sítios dos xinguanos locais muito fascinantes, que se encontram entre os poucos assentamentos pré-colombianos na Amazônia onde a evidência arqueológica pode ser conectada diretamente com os costumes atuais. Em outros locais, a cultura indígena foi totalmente dizimada ou o registro arqueológico está disperso. A antiga cidade murada que mostrei a Afukaka era muito parecida com a aldeia atual, com sua praça central e estradas radiais, apenas as antigas eram dez vezes maiores. 
Da Oca à Organização Política
“Suntuosa” não é uma palavra que, em geral, venha à mente para descrever uma casa com um tronco central e teto de sapé. Ocidentais pensam em uma “cabana”. Mas a casa que os cuicuro erguiam para o chefe em 1993 era enorme: bem mais de 1 mil m2. É difícil imaginar que uma casa construída como um cesto gigante virado para baixo, sem uso de pedras, cimento ou pregos pudesse ficar tão grande. Mesmo a casa comum de um xinguano com 250 m2 é tão grande quanto uma casa média americana.
O que faz a casa do chefe sobressair não é apenas o tamanho, mas também a sua posição, localizada no ponto mais ao sul da praça central circular. Quando se entra na aldeia pela estrada de acesso formal, as famílias de boa posição moram à direita (sul) e à esquerda (norte). O arranjo reproduz, em escala maior, a planta de uma casa individual, cujo ocupante de posição destacada pendura a sua rede à direita, ao longo do comprido eixo da casa. A estrada de acesso corre aproximadamente de este a oeste; na casa do chefe, sua rede fica posicionada na mesma direção. Quando um chefe morre, ele também é deixado em uma rede com a cabeça voltada para o oeste.
cidadesperdidas-xingu
Kuhikugu, conhecida pelos arqueólogos como sítio X11, é a maior cidade pré-colombiana já descoberta na região do Xingu na Amazônia. Abrigava mil pessoas ou mais e servia como o eixo central de uma rede de aldeias menores.
Este cálculo corpóreo básico é aplicado em todas as escalas, de ocas a toda a bacia do Alto Xingu. As aldeias antigas são distribuídas pela região e interconectadas por uma rede de estradas alinhadas com precisão. Quando cheguei pela primeira vez à área, levei semanas para mapear valas, praças e estradas usando as técnicas padrões de arqueologia. No início de 2002, começamos a usar o GPS, o que nos permitiu mapear a maior parte dos trabalhos no solo em questão de dias. Descobrimos um grau impressionante de integração regional. O planejamento parece quase determinado, com um lugar específico para tudo.
No entanto, fundamentava-se nos mesmos princípios básicos das aldeias atuais. As estradas principais correm do leste para o oeste, as secundárias se irradiam para fora do norte e do sul e as menores proliferam em outras direções. Mapeamos dois agrupamentos hierárquicos de povoados e aldeias em nossa área de estudo. Cada um consistia em um centro principal cerimonial e várias aldeias satélites grandes em posições precisas em relação ao centro.
Essas cidades provavelmente tinham mil ou mais habitantes. As aldeias menores estavam localizadas mais longe do centro. O agrupamento do norte está centrado no sítio X13, que não é uma cidade, e sim um centro de rituais, semelhante a um terreno para festividades. Dois grandes povoados murados estão distribuídos de forma equidistante ao norte e ao sul do X13, e dois povoados murados, de tamanho médio, estão em posições equidistantes ao nordeste e sudoeste.
O agrupamento do sul é ligeiramente diferente. Está centrado no X11, que é ao mesmo tempo uma aldeia e um centro de rituais, ao redor do qual estão povoados de tamanho médio e pequeno. Na área de terra, cada núcleo populacional ocupava mais de 250 km2, dos quais cerca de um quinto consistia em área central construída o que, grosso modo, é equivalente a uma pequena cidade moderna. Nos dias de hoje, a maior parte da paisagem antiga está coberta por vegetação, mas a floresta nas áreas centrais tem uma concentração distinta de certas plantas, animais, solos e objetos arqueológicos, como muita cerâmica.
O uso do solo foi mais intenso no passado, mas os vestígios sugerem que muitas práticas antigas eram semelhantes às dos cuicuro: pequenas áreas de plantio de mandioca, pomares com árvores de pequi e campos de sapé – o material preferido para coberturas de choupanas. O campo era uma paisagem de retalhos, intercalada por áreas de floresta secundária que invadiram as áreas agrícolas não cultivadas.
Acima: A PEDRA DO INGÁ, no Brasil e suas misteriosas inscrições. A Pedra de Ingá, ou Itacoatiara, é formada por blocos de gnaisse divididos em três paineis, tendo o bloco principal dimensão de 24 metros de comprimento por 4 m de altura. Há muitos sulcos e pontos capsulares seqüenciados, ordenados, que lembram constelações, embarcações, serpentes, fetos e variados animais e simbologia ainda desconhecida em seu significado, todas parecendo o modo que os indígenas ou os visitantes de outras latitudes (ou de outros planetas) tinham para anunciar idéias ou registrar fatos e lendas, que apresenta um grande potencial turístico e cultural, entretanto explorado de maneira extremamente irregular.
Zonas úmidas, agora infestadas de buritis, a mais importante cultura industrial, preservam diversas evidências de piscicultura, como lagos artificiais, calçadas elevadas e fundações de açudes. Fora das áreas centrais, existia um cinturão verde menos povoado e até uma densa faixa florestal entre as diversas aldeias. A floresta também tinha seu valor como fonte de animais, plantas medicinais e de certas árvores, além de ser considerada a morada de vários espíritos da natureza.
As áreas dentro e ao redor de sítios residenciais estão marcadas por terra escura, egepe segundo os cuicuro, um solo extremamente fértil, enriquecido por lixo domiciliar e atividades especializadas de manejo de solo, como queimadas controladas da cobertura vegetal. Em todo o planeta o solo foi alterado, tornando-o mais escuro, mais argiloso e rico em certos minerais. Na Amazônia, essas mudanças foram especialmente importantes para a agricultura de muitas áreas, já que o solo natural é bem pobre. No Xingu, a terra escura é menos abundante em certas áreas, já que a população nativa depende principalmente do cultivo da mandioca e dos pomares, que não necessitam de solo muito fértil.
A identificação de grandes núcleos populacionais murados, espalhados numa área comparável à de Sergipe, sugere que havia, no mínimo, 15 agrupamentos espalhados pelo Alto Xingu. Entretanto, como a maior parte da região não foi estudada, a quantidade correta pode ter sido muito superior. A datação por radio-carbono dos sítios já escavados sugere que os ancestrais dos xinguanos chegaram à região, vindos do oeste, e começaram a modificar as florestas e a zona úmida a seu critério cerca de 1.500 anos atrás ou até antes disso.
Nos séculos que antecederam a descoberta da América pelos europeus, os sítios foram reformados, passando a compor uma estrutura hierárquica. Os registros existentes chegam apenas até 1884, portanto os padrões de povoação acabam sendo a única forma de estimar a população pré-colombiana; a escala dos povoamentos sugere uma população muito superior à atual, chegando de 30 a 50 mil indivíduos.
Cidades-Jardins da Amazônia
Há um século, o livro Garden cities of tomorrow (Cidades-jardins do futuro), de Ebenezer Howard, propôs um modelo para um crescimento urbano sustentável de baixa densidade populacional. Um precursor do movimento ecológico atual, Howard idealizou cidades interligadas como uma alternativa para um mundo industrial, repleto de cidades com arranha-céus. Sugeria dez cidades com dezenas de milhares de habitantes, que teriam a mesma capacidade funcional e administrativa que uma só megacidade. 
cidadesperdidas-xingu.amazonia
Vista aérea de um antigo assentamento indígena.
Os antigos xinguanos parecem ter construído esse sistema, um tipo de urbanismo de estilo verde ou protourbanismo – uma incipiente cidade-jardim. Talvez Percy Fawcett estivesse no lugar certo, mas com o foco equivocado: cidades de pedra. O que faltava aos centros em termos de pequena escala e elaboração estrutural, os xinguanos conseguiam alcançar pela quantidade de cidades e por sua integração. Se Howard tivesse conhecimento de sua existência, poderia ter-lhes devotado um trecho no Garden cities of yesterday (Cidades-jardins do passado).
O conceito comum de cidade como uma densa rede de prédios de alvenaria remonta à época das antigas civilizações dos oásis nos desertos, como na Mesopotâmia (Babilônia), mas que não possuíam as mesmas características ambientais. Não só as florestas tropicais amazônicas, como também as paisagens das florestas temperadas da maior parte da Europa medieval, eram pontilhadas por cidades e vilarejos de tamanhos similares a essas no Xingu.
Essas visões são especialmente importantes na atualidade por causa da retomada do desenvolvimento do sul da Amazônia, desta vez pelas mãos da civilização ocidental. A floresta do sul amazônico, em transição, está se convertendo rapidamente em áreas cultivadas e de pastagens. Seguindo o ritmo atual, no decorrer da próxima década a floresta se reduzirá a 20% de sua área original. Muito do que resta ficará restrito a reservas, como as do Xingu, onde os povos indígenas são os comandantes da biodiversidade restante. Nessas áreas, sob muitos aspectos, a salvação das florestas tropicais e a proteção da herança cultural indígena são partes de um só todo.

24 de junho de 2014

A escada de Jacó ou o Despertar da Consciência

:: Graziella Marraccini :: 

Ao reler – sempre com renovado interesse – os artigos publicados no site SOMOSTODOSUM, encontrei um artigo sob o título O Aprendiz, de autoria de Acid, que analisa com uma visão profundamente espiritual o filme MATRIX. Uma analogia evidente com aquilo que a Cabala ensina me ocorreu imediatamente e vou tentar compartilhá-la com os leitores.

Eu poderia considerar que MATRIX é aquilo que consideramos ser a Criação assim como DEUS a concebeu e cujo modelo nos é transmitido através da própria Cabala, ou seja, a Arvore da Vida ou a matriz (Matrix) de todas as coisas materializadas e sua relação com a MENTE: DEUS. Devo confessar que ainda verei e reverei muitas vezes o filme para chegar a uma análise mais profunda. Mas as analogias são evidentes.
O primeiro princípio Hermético nos ensina que Deus é Mente e o Universo é mental. Segundo a Cabala Deus criou Adão ou Adão Kadmon – modelo da humanidade – e nós fomos criados segundo a imagem do Adão Kadmon. Este é o modelo gerado pela matriz.
Ao encarnar Adão entra em estado de adormecimento, pois não está consciente das encarnações passadas, e assim se submete ao seu próprio destino de forma passiva.
A humanidade, a grande massa humana, ao encarnar está adormecida, como estava adormecido Jacó, quando teve seu sonho relatado pela bíblia. Adormecido estava, ou seja, não possuía ainda uma consciência capaz de lhe indicar os rumos de seu próprio destino.

Da mesma maneira, o estado de consciência da maioria das pessoas se encontra, em condição normal, completamente adormecido. A grande massa humana vive sem ter consciência de seu destino, pois os registros das encarnações passadas estão apagadas de sua mente física que, sendo espiritualmente pouco desenvolvida, ainda não conseguiu acesso ao seu banco de dados pessoal. Em seu sonho, Jacó vê uma enorme escada, unindo a Terra ao Céu, e pela qual sobem e descem Anjos, (na realidade Seraphim, Chatioth Ha Qadesh), Santas criaturas vivas, atarefadas com os afazeres divinos no mundo dos arquétipos. E Jacó exclama: O Senhor está neste Lugar e eu não sabia.
Mas será que nós sabemos? Será que nós dormimos ou estamos despertando? Na realidade, o aperfeiçoamento espiritual de que trata a Cabala tem a ver com este despertar. A humanidade toda precisa fazer este trabalho para conseguir alcançar a absoluta união com DEUS e cumprir o total caminho de evolução. Os Anjos nada mais são que a representação da emanação energética evolutiva do próprio DEUS manifestada nos mundos superiores. É pura Energia que se manifesta de estado em estado, do mais sutil ao mais denso, até materializar-se.

A maioria das pessoas vive numa condição que está apenas consciente do seu corpo e seu raio de influência se estende somente ao lado mais egocêntrico de sua personalidade. Existem poucas almas humanas que realmente tomam consciência do seu grau de evolução espiritual, e consequentemente de sua tarefa no atual estagio em que se encontram e que, antes de mais nada, procuram fugir da escravidão da matéria onde cristalizaram seus corpos (em Binah – Saturno) para a atual encarnação em Malkut. Mas é claro que, mesmo poucas, elas existem, em todas as épocas e em todo lugar, independente da religião ou raça à qual pertencem. Elas se destacam das demais, pois conseguem vislumbrar seu próprio destino, tomá-lo inteiramente em suas mãos para cumprir os desígnios de DEUS e tem mais, estas pessoas servem de guias para que muitas outras possam seguir seus ensinamentos.

O estudo da Cabala pode ser uma ferramenta poderosa para nos ajudar a empreender este caminho de evolução, iniciar nosso despertar, mas não é o único. Muitas são as ferramentas que DEUS colocou a nosso dispor. Escolas filosóficas sempre existiram e sua finalidade é esclarecer aqueles que buscam a LUZ. Mas todas as religiões, todas as filosofias de despertar, sejam elas ocidentais ou orientais, requerem muita, muita dedicação, e um trabalho voluntário e solitário por parte do iniciando. Podemos resumir este trabalho em quatro pontos principais que são: QUERER, CONCEBER, FORMAR E EXECUTAR o seu Projeto Espiritual.

Precisamos querer cumprir o processo individual do vir a ser, cumprir nosso destino voluntariamente e regressar ao ponto de partida que é a União com DEUS. É isso que fazem aqueles grandes homens como Ghandi, Cristo, Paramahansa Yogananda, Dalai Lama, e muitos outros que, ao evoluírem espiritualmente, alcançam tal estado de consciência que servem de impulso para a evolução de toda a humanidade. As escolas espiritualistas e as religiões também possuem o mesmo propósito, mesmo se nem sempre seus adeptos o compreendem inteiramente. A Cabala é o ensinamento esotérico do judaísmo, mas não é o único meio de evolução espiritual. Difícil e árduo é o caminho do cabalista, assim como de qualquer aprendiz em qualquer templo de DEUS.

Z`ev ben Shimon Halevi (The Anatomy of Fate – A Anatomia do Destino) escreve que a dificuldade com as operações esotéricas é que, diferentemente dos princípios elementares da aerodinâmica ou da metalurgia, os mundos nos quais elas estão inseridas não podem ser diretamente observados ou medidos. Desta feita o trabalho esotérico é dificilmente demonstrado e muito pouco compreendido. Por isso para executar o seu próprio projeto de vida é necessário tomar consciência de que seremos censurados, mal compreendidos, muitas vezes ridicularizados pelos amigos, familiares e pessoas próximas. Ao buscar o caminho da iluminação acabamos isolados e atrairemos também as forças de oposição, aquelas forças do Mal que não desejam a evolução da humanidade para poder mantê-la escravizada, ao seu serviço.

Então os quatro pilares principais se tornam indispensáveis para a sustentação de nosso trabalho:

QUERER
Significa antes de mais nada exercitar a vontade, forte, inabalável, resoluta e que não desiste diante de nenhum obstáculo.

CONCEBER
Significa compreender, realizar mentalmente, tomar consciência, e também preparar um plano de evolução dentro daquilo que nos foi proposto antes desta encarnação.

FORMAR E EXECUTAR
Realizar o plano para cumprir completamente o seu Projeto Espiritual, significa também aceitar nosso destino depois de tomar consciência. Isso requer um aprendizado longo e penoso, muitas vezes conseguido pela pessoa somente após uma iniciação espiritual. A ajuda de um Guia Espiritual é muitas vezes indispensável, apesar do caminho ser absolutamente solitário. Existem escolas – de várias correntes filosóficas e religiosas – capazes de encaminhar grupos de pessoas no caminho da evolução. Devemos lembrar que o Microcosmo do ser humano, por ser projetado com os mesmos princípios do Macrocosmo do Universo, é o instrumento através do qual é possível penetrar conscientemente nos Mundos maiores, nos mundos Superiores da evolução, sempre partindo da Matéria, em Assiah, subindo em Ietzirah, Mundo da Formação, em seguida em Briah, Mundo da Criação e por último em Atziluth, Mundo da Emanação. Primeiramente concebemos e treinamos nossos instintos e nossa psique, depois assumimos nosso homem animal e por fim empreenderemos nossa evolução espiritual. Mas entre Briah e Atzilutrh existe o Abismo do qual ninguém retorna a não ser de forma voluntária, como o fazem os grandes mestres ascensionados e como o fizeram e continuarão a fazê-lo todos os Iluminados para ajudar na nossa evolução.

E nós, seres mortais comuns, como podemos DESPERTAR? Como podemos iniciar nosso caminho de ascensão espiritual? A meu ver a Cabala nos oferece uma ferramenta ímpar para cumprir nosso papel com consciência. Eu compreendo que nascemos num momento cósmico determinado anteriormente e que este momento cósmico é único, somente nosso, individual. Como nossa impressão digital cósmica o nosso Mapa Astrológico Natal nos fornece um “retrato” específico das energias atuantes no momento de nosso nascimento. Com a interpretação desse Mapa e o auxilio da Cabala, podemos começar nosso caminho de evolução. Mas estejam certos, o caminho é difícil, longo, cheio de percalços, e o que colheremos não será seguramente o sucesso material, o dinheiro, o reconhecimento público tão efêmeros de nossa vida materialista, mas a harmonia íntima, a tranqüilidade interior e a certeza de que estamos cumprindo nosso Destino Individual de forma consciente, a serviço de DEUS. A PAZ INTERIOR será nossa recompensa.

Para fortalecer nosso EU INTERIOR podemos fazer exercícios de meditação, orar, nos recolher em nosso íntimo, podemos analisar em nossa própria vida nosso comportamento: como somos, quem somos, onde vamos... será que sempre conseguimos realizar nossos objetivos? (Não estou falando somente de objetivos materiais). Se não conseguimos, devemos nos perguntar: onde nós paramos? Por quê paramos? Qual foi o obstáculo que não conseguimos superar? Cumprimos direitinho todas as DEZ etapas que a Cabala nos ensina? Perguntas e perguntas... difíceis as respostas.

Entre uma etapa e outra de nossa evolução no nível superior da consciência individual, existe um caminho de ligação, uma energia em movimento que nos empurra para baixo, rumo à realização, material, e, no sentido inverso, para cima, rumo à realização espiritual. Como usamos essa energia? Nos deixamos levar por essa energia? Compreendemos realmente o movimento da vida por ela gerado e nos integramos a ela de corpo e alma? Ou empacamos como mulas recusando a integração?

Vamos refletir longamente sobre este tema para poder trilhar conscientemente o nosso caminho evolutivo.

Com a aproximação do ano novo todos começam a olhar para trás e a fazer o balanço do ano que se finda. Vamos também fazer isso para procurar compreender nossas falhas e fraquezas, mas vamos fazer sobretudo um plano claro e objetivo para o ano que se aproxima. Nossas metas precisam ser objetivas, nossa vontade fortalecida, nossa compreensão do processo clara e nossa determinação inabalável. Assim cumpriremos a promessa de assumir conscientemente a direção de nosso destino. 

Sirius - A Morada Oculta

Desde os tempos antigos e em várias civilizações, Sirius, a estrela do cão, foi cercada com uma sabedoria misteriosa. Os ensinamentos esotéricos de todas as idades têm invariavelmente atribuído a Sirius um estatuto especial; a importância da estrela no simbolismo oculto é a comprovação desse fato. O que faz Sirius tão especial? É simplesmente devido ao fato de que ela é a estrela mais brilhante no céu? Ou é também porque a humanidade tem uma ligação antiga e misteriosa com ela? Este artigo analisa a importância de Sirius em todas as sociedades secretas e História e irá descrever o simbolismo que os rodeiam.

Sirius está localizado na constelação do Cão Maior - também conhecido como o "Big Dog" - e por isso é conhecida como a "estrela do cão". É mais de vinte vezes mais brilhante que o Sol e é duas vezes mais massiva. À noite, Sirius é a estrela mais brilhante no céu e seu brilho azul-branco nunca deixou de surpreender contempladores de estrelas desde a aurora dos tempos. Não admira que Sírius tem sido reverenciado por praticamente todas as civilizações. Mas há mais sobre Sirius que o olho não pode ver?

Artefatos de civilizações antigas revelaram que Sirius foi de grande importância na mitologia, astronomia e ocultismo. Escolas de Mistério que consideram como "o sol por trás do sol" e, portanto, a verdadeira fonte de potência do nosso sol. Se o calor do nosso sol continua vivo no mundo físico, Sirius é considerado para manter o mundo espiritual vivo. É a "verdadeira luz" que brilha no Oriente, a luz espiritual, como o sol ilumina o mundo físico, que é considerada uma grande ilusão.
Associando Sirius com o divino e até mesmo considerá-lo como a casa da humanidade de "grandes mestres" não é apenas incorporado na mitologia de algumas civilizações primitivas: É uma crença generalizada que sobreviveu (e foi intensificada) para este dia. Vamos olhar para a importância de Sirius, nos tempos antigos, analisar a sua importância nas sociedades secretas e vamos examinar esses conceitos esotéricos como eles são traduzidos na cultura popular.


Nas Civilizações Antigas

No antigo Egito, Sirius era considerada a estrela mais importante no céu. Na verdade, era astronomicamente a fundação dos egípcios em todo o sistema religioso. Foi reverenciado como Sothis e foi associada com Ísis, a deusa mãe da mitologia egípcia. Isis é o aspecto feminino da trindade formada por ela, Osíris e Horus o filho. Os antigos egípcios colocavam Sirius em tal alta posição, que a maioria de suas divindades estavam associadas, de alguma forma ou de outra, com a estrela. Anubis, o cabeça de cão deus da morte, tinha uma óbvia conexão com a Estrela do Cão, e Toth-Hermes, o grande mestre da humanidade, foi também esotericamente relacionado com a estrela.

O sistema de calendário egípcio era baseado no nascer helíaco de Sirius, que ocorreu pouco antes da inundação anual do Nilo durante o verão. movimento celeste do astro também foi observado e reverenciado pelos antigos gregos, sumérios, babilônios e inúmeras outras civilizações. A estrela foi, portanto, considerados sagrados e sua aparição no céu foi acompanhada com festas e comemorações. A Estrela do Cão anunciava a vinda dos dias quentes e secos de Julho e Agosto, daí o termo popular "calor do cão ", usado no verão.

Vários investigadores ocultistas têm alegado que a Grande Pirâmide de Gizé foi construída em perfeito alinhamento com as estrelas, em especial Sirius. A luz dessas estrelas foi dito ser usado em cerimônias de Mistérios Egípcios.

"Este povo antigo (egípcios) sabia que uma vez por ano o Sol pai estava em linha com a estrela do cão. Portanto, a Grande Pirâmide foi construída de modo que, neste momento sagrado, à luz da Estrela do Cão caiu sobre a praça "Pedra de Deus" na extremidade superior da Grande Galeria, descendo sobre a cabeça do sumo sacerdote, que recebeu a Super Solar Força e buscou através de seu próprio Corpo Solar aperfeiçoado transmitir aos outros Iniciados esse estímulo adicional para a evolução da sua divindade. Este então era o objetivo da 'Pedra de Deus ', enquanto no Ritual, Osíris sentava-se a outorgar a ele (a iluminar) a coroa Atf ou luz celestial.""Norte e Sul da coroa é o amor", proclama uma hino egípcio. "E assim todo o ensino do Egito era a luz visível, mas a sombra da luz invisível, e na sabedoria do antigo país as medidas de verdade foram os anos do Altíssimo. 
Marshall Adams, The Book of the Master 

As recentes descobertas científicas relacionadas com a Grande Pirâmide e os misteriosos "poços de ar" que levaram os pesquisadores a confirmar ainda mais a importância de Sirius dentro da pirâmide.


Alinhamento da estrela com a Grande Pirâmide de Gizé. Orion (associado ao deus Osíris) está alinhado com a Câmara do Rei, enquanto Sirius (associada à deusa Isis) está alinhado com a Câmara da Rainha.

Um aspecto fascinante do Sirius é a consistência do simbolismo e significados associados a ela. Várias das grandes civilizações de fato associadas Sirius com uma figura de cão e visto a estrela como origem ou o destino de uma força misteriosa. Na astronomia chinesa e japonesa, Sirius é conhecida como a "estrela do lobo celestial". Várias tribos indígenas da América do Norte se refere à estrela em termos canina: o Seri e tribos Tohono O'odham no sudoeste do descrever o Sirius como um "cão que segue ovelhas montanha", enquanto o Blackfoot chamá-lo de "cão-face". O Cherokee emparelhado com Sirius Antares como um guardião estrela do cão do "Caminho das Almas". O Lobo tribo (Skidi) de Nebraska conhecia como o "Star Wolf", enquanto outros ramos do sabia-o como o "Coyote Star". Mais ao norte, os inuit do Alasca do Estreito de Bering chamou de "Moon Dog". 
A Tribo Dogon e Atlântida


Em 1971, o autor norte-americano Robert Temple publicou um polêmico livro intitulado "O Mistério de Sirius, onde ele afirmou que os Dogons (uma antiga tribo Africano do Mali), soube detalhes sobre Sirius, que seria impossível de ser conhecido sem o uso de telescópios. Segundo ele, os Dogon compreendeu a natureza binária do Sirius, que é, na verdade, composto de duas estrelas chamado Sirius A e Sirius B. Isso levou Robert Temple a acreditar que os Dogons tinha "directas" conexões com seres de Sirius. Embora alguns possam dizer "você não pode ser Sirius" (desculpe), um grande número de sociedades secretas (que historicamente têm mantido em suas fileiras algumas das pessoas mais influentes do mundo) e sistemas de crenças ensinam sobre uma conexão mística entre Sirius e humanidade .

Na mitologia Dogon, a humanidade é dita ter nascido a partir do Nommo, uma raça de anfíbios que eram os habitantes de um planeta circulando Sirius. Eles dizem ter "descido do céu em um navio acompanhado de fogo e trovão" e dava aos seres humanos o conhecimento profundo. Isso levou Robert Temple a teorizar que o Nommos eram os habitantes extraterrestres de Sírius que viajaram para a Terra em algum ponto no passado distante para ensinar as civilizações antigas (como os egípcios e os Dogons) sobre o sistema da estrela Sirius, assim como nosso próprio sistema solar. Essas civilizações, então, registraram os ensinamentos do Nommos em suas religiões e tornou-os um foco central de seus mistérios.

O sistema da mitologia Dogon é muito semelhante aos de outras civilizações como os sumérios, egípcios, israelitas e babilônios já que inclui o mito arquetípico de um "grande professor de cima". Dependendo da civilização, esse grande mestre é conhecido como Enoque eith, Thoth ou Hermes Trismegisto e diz ter ensinado ciências da humanidade teúrgica. Nas tradições ocultistas, acredita-se que Thoth-Hermes havia ensinado o povo da Atlântida, que, segundo a lenda, se tornou a civilização mais avançada do mundo antes de todo o continente ser submerso pelo Grande Dilúvio (evidências de uma inundação podem ser encontradas na mitologias de civilizações incontáveis). Sobreviventes da Atlântida viajaram de barco para vários países, incluindo Egito, onde transmitiram seus conhecimentos avançados. Os ocultistas crêem que as semelhanças inexplicáveis ​​entre civilizações distantes (como os maias e os egípcios) podem ser explicadas pelo seu contato comum com os atlantes.

"Foi o conhecimento religioso, filosófico, científico e possuídos pelas artimanhas sacerdotais da antiguidade protegida da Atlântida, cuja submersão obliterou todo vestígio de sua parte no drama do progresso do mundo? A adoração do sol de Atlêntida tem sido perpetuada no ritualismo e cerimonialismo do cristianismo e do paganismo. Tanto a cruz e a serpente eram emblemas da Atlântida da sabedoria divina. O divino (Atlante) progenitores dos Maias e quiches da América Central coexistiam dentro do esplendor verde e azul do Gucumatz, a serpente "emplumada". Os seis sábios céu-nascido veio à manifestação, como centros de luz ligados entre si ou sintetizados pelo sétimo - e principal - de sua ordem, a "penas", cobra. O título de "asas" ou "emplumada" serpente foi aplicado a Quetzalcoatl, ou Kukulcan, o início da América Central. O centro da Sabedoria Atlântida-religião era presumivelmente templo piramidal, sobre o cume de um planalto em ascensão no meio da Cidade dos Portões Dourados. A partir daqui o Iniciado-Sacerdotes do Sagrado Pena saiu, levando as chaves da Sabedoria Universal até os confins da terra.

(...)

Como os atlantes do mundo receberam não somente o patrimônio de artes e ofícios, filosofias e ciências, a ética e as religiões, mas também a herança de ódio, contenda, e perversão. Os atlantes instigaram a primeira guerra, e foi dito que todas as guerras subseqüentes foram disputadas em um esforço infrutífero para justificar a primeira e corrigir o erro que lhe causou. Antes de Atlântida afundar, seus Iniciados espiritualmente iluminados, que perceberam que sua terra estava condenada porque tinha partido do Caminho da Luz, retiraram-se do continente malfadado. Levando com elas a doutrina sagrada e secreta, esses atlantes se estabeleceram no Egito, onde se tornaram o seu primeiros governantes "divinos". Quase todos os grandes mitos cosmológicos formando a base dos vários livros sagrados do mundo baseiam-se nos rituais de Mistérios Atlante ".

Manly P. Hall, The Secret Teachings of All Ages 

É Thoth-Hermes Trismegisto, o equivalente a Nommos os Dogon, que acredita-se que são originários de Sirius? Os textos antigos sobre Hermes descrevê-lo como um professor de mistérios, que "veio das estrelas". Além disso, Thoth-Hermes estava diretamente ligado com o Sirius na mitologia egípcia.

"O cão-estrela: a estrela adorada no Egito e reverenciada pelos ocultistas; pela primeira vez o seu nascer helíaco com o Sol era um sinal da inundação beneficente do Nilo, e por último porque ele é misteriosamente associado a Toth- Hermes, deus da sabedoria, e Mercúrio, de outra forma. Assim Sothis-Sirius tinha, e ainda tem, uma influência mística e direta sobre os céus de vida inteira, e está conectado com quase todos os deuses e deusas. Era"Ísis no céu" e apelou a Ísis-Sothis, pois Isis estava "na constelação do cão", como é declarado em seus monumentos. Estar conectado com a pirâmide, Sirius estava, portanto, relacionado com as iniciações que teve lugar no mesmo "

Helena Blavatsky, Theosophical Glossary 

"O tratado Trismegistico 'A Virgem do Mundo' do Egito se refere ao" Rito Negro ", ligado à" negra "Osíris, como o mais alto grau de iniciação secreta possível, a antiga religião egípcia - é o último segredo de mistérios de Ísis. Este tratado diz que Hermes veio à Terra para ensinar aos homens a civilização e, em seguida, novamente 'montado para as estrelas', voltando para sua casa e deixando para trás a religião de mistérios do Egito com os seus segredos celestes que iriam algum dia ser decodificado "

Robert Temple, The Sirius Mystery

Interpretando a mitologia de antigas culturas não é uma ciência exata e as conexões são inerentemente difíceis de provar. No entanto, a ligação simbólica entre Sirius e conhecimento do ocultismo tem aparecido constantemente ao longo da História e tem viajado continuamente através dos tempos. Na verdade, ele é tão reverenciado hoje como era há milênios. As modernas sociedades secretas como os maçons, os rosacruzes ea Golden Dawn (que são consideradas as ordens herméticas devido ao fato de seus ensinamentos são baseados naqueles de Hermes Trismegisto), todos atribuem a Sirius extrema importância. Um olhar educado em seu simbolismo fornece um vislumbre na profunda ligação entre Sirius e filosofia oculta.
Sirius em Simbolismo Oculto e Sociedades Secretas

A alegação de que Sirius é "importante" para as ordens herméticas seria uma subestimação grosseira. A estrela do cão não é nada menos do que o foco central dos ensinamentos e simbolismo de sociedades secretas. A maior prova deste fato: muitas sociedades secretas são realmente o nome da estrela.

 
No Tarô

O décimo sétimo trunfo numerado principal é chamado Les Étoiles (francês para Estrela), e retrata uma jovem ajoelhada com um pé na água e seu corpo um pouco sugerindo a suástica. Ela tem duas urnas, o conteúdo que ela derrama sobre a terra e o mar. Acima da cabeça da menina há oito estrelas, uma das quais é excepcionalmente grande e brilhante. Contagem de Gébelin considera a grande estrela a Sothis ou Sirius, os outros sete, são planetas sagrados dos antigos. Ele acredita que a figura feminina a Isis no ato de causar as inundações do Nilo, as quais acompanharam a ascensão da estrela do cão. A figura despida de Ísis pode significar que a natureza não recebe suas vestes de verdura, até a subida das águas do Nilo liberarem o germe de vida de plantas e flores. 
 Manly P. Hall, The Secret Teachings of All Ages 

Na Maçonaria

Em lojas maçônicas, Sirius é conhecida como a "Estrela Ardente" e um simples olhar para sua proeminência no simbolismo maçônico revela a sua importância. O autor maçom William Hutchinson escreveu sobre Sirius ". É o objeto primeiro e mais exaltado que exige a nossa atenção na Loja" Da mesma forma que a luz de Sirius fez o seu caminho para a Grande Pirâmide durante as iniciações, está simbolicamente presente em Lojas Maçônicas.

"Os antigos astrônomos viram todos os grandes símbolos da Maçonaria nas Estrelas. Sirius brilha em nossas lojas como a Estrela Flamejante. "
Albert Pike, Morals and Dogma 

 
Sírius, a Estrela Flamejante, no centro do piso mosaico maçônico.

A Estrela Flamejante que brilha sobre os membros de uma loja maçônica

"(A Estrela Flamejante), representado inicialmente SIRIUS, ou a estrela-cão, o precursor da inundação do Nilo, o deus Anúbis, companheiro de ISIS em sua busca pelo corpo de Osíris, seu irmão e marido. Então tornou-se a imagem de Hórus, o filho de Osíris, ele próprio também simbolizado pelo Sol, o autor das estações, o Deus do Tempo, filho de Ísis, que era a natureza universal, próprio da matéria primitiva, fonte inesgotável de Vida, faíscas de fogo incriado, semente universal de todos os seres. Foi Hermes, também, o Mestre do Aprendizado, cujo nome em grego é a do deus Mercúrio. "
Albert Pike, Morals and Dogma 

Na Maçonaria, é ensinado que a Estrela Flamejante é o símbolo da divindade, da onipresença (o Criador está presente em toda parte) e da onisciência (o Criador vê e sabe de tudo). Sirius, portanto, o "lugar sagrado" todos os maçons devem ascender a: É a fonte do poder divino e do destino das pessoas divinas. Este conceito é muitas vezes representado na arte maçônica.

 Maçônica arte retratando Sirius, a Estrela Flamejante, como o destino da viagem do maçom.

Para atingir a perfeição, a iniciar com sucesso deve entender e internalizar a natureza dupla do mundo (o bem e o mal, masculino e feminino, preto e branco, etc) através de metamorfose alquímica. Este conceito é simbolicamente representado pela união de Osíris e Ísis (os princípios masculino e feminino) para dar à luz Hórus, o Menino da Estrela, a figura de Cristo como, o homem perfeito da Maçonaria - que é equiparado com o Estrela Flamejante.

"O sol e a lua ... representam os dois grandes princípios ... o masculino e o feminino ... tanto a sua luz sobre os seus descendentes, a estrela ardente, ou Horus" 
Pike, op. cit.

O hieróglifo egípcio que representa esotericamente Sírius tem sido interpretado como uma representação da trindade cósmica.

O hieróglifo representando Sirius contém três elementos: um obelisco "fálico" (representando Osíris), um "útero" em cúpula (que representa Ísis) e uma estrela (representando Hórus).

Este conceito é tão crucial para os maçons, que foi incluído em algumas das estruturas mais importantes do mundo.
O Monumento de Washington, um obelisco egípcio que representa o princípio masculino, está diretamente ligado com a cúpula do Capitólio, que representa o princípio feminino. Juntos, eles produzem uma energia invisível Hórus representado por Sirius. Como afirmado por Albert Pike acima, o deus egípcio Horus e da estrela Sírius são frequentemente associados. No simbolismo maçônico, o olho de Horus (ou o Olho Que Tudo Vê) é frequentemente retratado cercado pelo brilho da luz de Sirius.
Um conselho maçônico traçado representando o sol acima da coluna esquerda (representando o masculino), a lua sobre o pilar direito (representando feminino) e Sirius acima do pilar do meio, representando o "homem perfeito" ou Hórus, o filho de Ísis e Osíris. Observe o "olho de Horus" em Sirius.
 
O olho de Horus dentro de um triângulo (divindade que simboliza),
circundado pelo brilho de Sírius, a Estrela Flamejante.

O Olho Que Tudo Vê dentro da Estrela Flamejante na arte maçônica.

Dada a correlação simbólica entre o Olho Que Tudo Vê e Sirius, a próxima imagem se torna auto-explicativa.
A luz atrás do Olho Que Tudo Vê na nota de dólar americano não é do sol, mas de Sirius. A Grande Pirâmide de Gizé foi construída em alinhamento com Sirius e por isso é mostrado brilhando acima da pirâmide. Uma homenagem ao brilhante Sirius, portanto, nos bolsos de milhões de cidadãos.

Ordem da Estrela do Oriente

O símbolo da OES é uma estrela invertida, semelhante ao Estrela Flamejante da Maçonaria.

Considerada a "versão feminina" da Maçonaria (embora os homens podem participar), a Ordem da Estrela do Oriente (OES) é diretamente o nome de Sirius, a estrela em ascenção do Oriente ". A explicação  do público das origens do nome da Ordem alega que originou dos Três Reis Magos a Jesus Cristo. Um olhar sobre o significado oculto do simbolismo da Ordem, porém deixa claro que o OES é uma referência a Sirius, a estrela mais importante da Maçonaria, a organização-mãe.

OES - arte retratando Sirius acima da Grande Pirâmide.

Madame Blavatsky, Alice Bailey e Teosofia

Helena Blavatsky e Alice Bailey, as duas principais figuras associadas com a Teosofia, tem tanto Sirius considerado uma fonte de energia esotérica. Blavatsky afirma que a estrela Sirius exerce uma influência mística e direta sobre o céu inteiro e está relacionada com todas as grandes religiões da antiguidade.

Alice Bailey vê a estrela do cão como a verdadeira "Grande Loja Branca" e acredita ser a casa da "Hierarquia Espiritual". Por esta razão, ela considera Sirius como a "estrela de início".

"Esta é a grande estrela do início, porque a nossa Hierarquia (uma expressão do segundo aspecto da divindade) é sob a supervisão ou controle magnético espiritual da Hierarquia de Sirius. Estas são as principais influências do controle pelo qual as obras do Cristo Cósmico trabalha no princípio de Cristo no sistema solar, no planeta, no homem e nas formas menores de expressão da vida. É esotericamente chamada de "estrela brilhante da sensibilidade"
Alice Bailey, Esoteric Astrology 

Não diferente de muitos escritores mais esotéricos, Bailey considera Sirius ter um grande impacto na vida humana.

"Tudo o que pode ser feito aqui em lidar com este assunto profundo é enumerar brevemente algumas das influências cósmicas que certamente afetarão a nossa terra, e produzir resultados na consciência dos homens em todos os lugares, e que, durante o processo de iniciação, trazer certas fenômenos específicos.

Primeiro e mais importante é a energia ou força que emana do Sirius dom. Se ele pode ser expresso, a energia do pensamento, ou a força mental, em sua totalidade, atinge o sistema solar a partir de um centro cósmico distante através de Sirius. Sirius atua como transmissor, ou o centro focalizador, de onde emanam essas influências que produzem a consciência de si no homem ".

Aleister Crowley, o A.A. e Kenneth Grant

Em 1907, Crowley iniciou a sua própria ordem ocultista chamado de AA - Abreviação de Argentium Astrum, que pode ser traduzido para "A Ordem da Estrela de Prata". A "Estrela de Prata" foi, naturalmente, uma referência para Sirius. Mesmo se Crowley ainda referisse a estrela do cão em termos velados, a totalidade de sua filosofia mágica, a partir de seu desenvolvimento como um maçom jovens através de seus últimos anos como chefe da OTO, está em total conformidade com a influência de Sírius, que foi identificada e expressa por outros escritores de sua época. Seu contato com a sua alegada Santo Anjo da Guarda que mais tarde levou para a canalização do "Liber AL: O Livro da Lei 'é acreditado ter originado de Sirius.

Se Crowley usou palavras de código para descrever Sirius, seu protegido Kenneth Grant explicitamente e por escrito extensivamente sobre a estrela do cão. Ao longo de seus inúmeros livros, muitas vezes descreveu Sirius como sendo um poderoso centro de poder magnético mágico. Sua crença de que a estrela central é a chave para desvendar os mistérios das tradições egípcias e Tifoniana fortaleceu ao longo do tempo e tornou-se um foco central de sua pesquisa. Uma das teses mais importantes e controversas de Grant foi sua descoberta da " corrente Sirius/Set atual", que é uma dimensão extra-terrestre de ligação Sirius, a Terra e Set, o deus Egipcio do Caos - que mais tarde foi associado a Satanás.

"Set é o iniciador, o abridor de consciência do homem" para os raios de Deus Imortal caracterizado por Sirius - o Sol do Sul "
Kenneth Grant, The Magical Revival 

"Sirius, ou Set, era o original" um sem cabeça "- a luz da parte inferior da região (sul), que era conhecido (no Egito), como (o cão), daí Set-An (Satanás), Senhor das regiões do inferno, o lugar de calor, mais tarde interpretado em sentido moral, como "inferno" 
Kenneth Grant, The Magical Revival 

Embora cada filosofia oculta descreve Sirius em uma questão um pouco diferente, ainda é constantemente considerado como o "sol por trás do sol", a verdadeira fonte de poder oculto. Percebe-se como o berço do conhecimento humano e na crença da existência de uma forte ligação entre a estrela e o planeta Terra nunca parece tornar-se desatualizado. Existe uma verdadeira ligação entre Sirius e a Terra? É a estrela do cão um símbolo esotérico que representa algo que acontece no mundo espiritual? É ao mesmo tempo? Uma coisa é certa, o culto de Sírius não é uma "coisa do passado" e é muito vivo hoje. Um olhar em profundidade a nossa cultura popular, que é fortemente influenciada pelo simbolismo oculto, revela inúmeras referências a Sirius.

Sirius na Cultura Popular

As referências diretas a Sirius na cultura popular são muitas para enumerar (por exemplo, veja o nome e o logotipo da rádio por satélite mais importante do mundo). Um dos aspectos mais interessantes da cultura popular para analisar são as referências codificadas para Sirius. Importante filmes fizeram ainda marcas profundas para a estrela do cão (aparentemente destinados aos "saber"), onde o astro interpreta o papel que sempre foi dada pelos Mistérios: como um iniciador e um mestre divino. Aqui estão alguns exemplos.

No Pinóquio da Disney, baseado em uma história escrita por Carlo Collodii, um maçom, Gepetto olha para a estrela mais brilhante no céu para ter um "menino de verdade". A Fada Azul (a cor é uma referência ao brilho de luz azul-Sirius), em seguida, desce do céu para dar vida a Pinóquio. Durante a busca da marionete de se tornar um menino (uma alegoria para a iniciação esotérica), a Fada Azul de Pinóquio guia para o "caminho certo". Sirius é, portanto, representada como uma fonte de vida, um guia e um professor.

A canção tema do filme Pinóquio é também uma ode a Sirius:

Quando você desejar por uma estrela, não faz diferença quem você é
Tudo o que seu coração deseja virá para você

Se seu coração está em seus sonhos, nenhum pedido é demasiado extremo
Quando você desejar por uma estrela como sonhadores fazem

(O destino é amável, ela traz para aqueles que amam
O doce cumprimento de suas secretas saudades)

Como um parafuso fora do azul, o destino vêm e bate o pé
Quando você desejar por uma estrela, seus sonhos se tornarão realidade


Em Harry Potter, o personagem chamado Sirius Black é mais provável uma referência a Sirius B. (a mais "tenebrosa" estrela do sistema binário de Sirius). Ele é padrinho de Harry Potter, o que torna Sirius, mais uma vez, um professor e um guia. O assistente pode se transformar em um grande cão preto, uma outra ligação com a "estrela do cão".

No Show de Truman, um holofote - usado para imitar a luz de uma estrela no mundo fake de Truman - cai do céu e quase bate nele. O rótulo em destaque a identifica como Sirius. O encontro de Truman com Sirius lhe dá um vislumbre do "conhecimento verdadeiro" e pede sua busca pela verdade. Sirius é, portanto, a "estrela de iníciação". Fez Truman perceber as limitações do mundo estúdio de seu (nosso mundo material) e levá-lo à liberdade (emancipação espiritual).

Conclusão

Desde os primórdios da civilização até os tempos modernos, das tribos remotas da África para grandes capitais do mundo moderno, Sirius era - e ainda é - visto como um doador de vida. Apesar da disparidade entre as culturas e épocas, os mesmos atributos misteriosos são dados para a estrela do cão, o que pode levar-nos a perguntar: como pode sincronizar todas as definições de teses tão perfeitamente? Existe uma fonte comum para esses mitos sobre Sirius? A estrela do cão é invariavelmente associada com a divindade e é considerado como uma fonte de conhecimento e poder. Essas conexões são particularmente evidentes quando se examina os ensinamentos e o simbolismo das sociedades secretas, que sempre ensinaram sobre uma ligação mística com este corpo celeste particular. Existe uma ligação secreta entre a evolução humana e Sirius? Libertar este segredo significaria desbloquear um dos maiores mistérios da humanidade.